domingo, 6 de abril de 2008

Não acredite em tudo que lê por aí menina

Não sei n'aonde
Amélia apareceu em meus sonhos essa noite. Tomou um gole de cachaça. Era uma daquelas bem escuras que não tem rótulo nem marca. Amélia sentava na janela e balançava o pé esquerdo feito uma criança. Eu estava encostado na porta que dava pro quintal da casa do Vanildo lá em Guaramiranga. Fazia um friozinho serrano. Parecia uma tarde outonal de Sampa, mas com um pouco mais de sol. A luz que descia do céu desenhava no chão o contorno das telhas de barro e das folhas de bananeira, manga, cajá e caju..............................................................................................
Era sonho.
Amélia não existe e não vou para "Guará" desde o festival de teatro de 2005, ocasião em que tomei meu último porre e fui levado por amigos ao hospital municipal.
Na mooca
Gisele veio me ver depois de uma partida de handebol. Me encantou, me deu três beijos (roubei outros sete) e se foi em direção ao Butantã.
Instante exato
Trompete. Uma canção inédita. Encaixotar as idéias vazias e desencaixotar os engradados das idéias vazias da semana passada.

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